Brasil no Oscar 2026: quando a “nota de rodapé” vira manchete

Um recorde que não pede licença

De repente, o Brasil não aparece no Oscar como curiosidade exótica. Aparece como presença. Em 2026, o país bateu recorde e entrou em cinco categorias — e isso muda o tom da conversa: não é “participação”, é disputa.

O filme que puxou a fila

O motor desse barulho atende por um nome: “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho. O longa emplacou quatro indicações, incluindo Melhor Filme Internacional, Melhor Filme, Melhor Ator (Wagner Moura) e Melhor Elenco (categoria inédita).

O detalhe que vira símbolo

Wagner Moura entra para a história como o primeiro brasileiro na principal categoria de atuação. E, como toda grande conquista cultural, isso tem um peso silencioso: abre portas, reposiciona o país no mapa e desmente a velha ideia de que “Oscar não é para nós”.

Marcha final

A cerimônia acontece em 15 de março, em Los Angeles. Até lá, o Brasil não “acompanha”: o Brasil está no jogo.

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