A Escolha do Enquadramento como Linguagem Simbólica

Uma mulher grita sob a água do chuveiro. A lâmina desce. Sangue escorre pelo ralo.Mas e se, em Psicose, Hitchcock tivesse escolhido manter a câmera fixa na parede azulejada, ouvir o grito, esperar o silêncio — e só então, talvez, revelar o corpo?O horror não estaria diluído. Estaria amadurecido. O enquadramento nunca é neutro. É escolha, recusa, julgamento. É a moldura invisível […]

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