Quem Conta a História Mata o Morto – Uma leitura semiótica de Entre Facas e Segredos: quando o narrador não é confiável, mas o mundo inteiro também não é…

O primeiro plano de Entre Facas e Segredos não mostra um rosto, nem uma arma, nem mesmo sangue. Mostra um relógio. Não qualquer relógio: um mecanismo com engrenagens expostas, em close, girando com precisão quase arrogante. É o tempo de Harlan Thrombey — escritor de mistérios, patriarca, maestro da própria narrativa — ainda funcionando, mesmo quando seu corpo já não […]

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