Há algo de profundamente moderno — e ao mesmo tempo assustador — na forma como tragédias reais são transformadas em “momentos de TV”. Não basta que uma pessoa tenha se perdido numa montanha, nem que a história tenha mobilizado buscas, medo, exaustão e risco. Para o ecossistema midiático contemporâneo, sempre falta um ingrediente: o fechamento narrativo, o “arco completo”, o […]