Há filmes que nascem como promessas. Outros, como enigmas. A Odisseia, anunciada por Christopher Nolan, parece ocupar ambos os lugares — e talvez um terceiro, ainda indefinido: o do cinema que se aproxima do mito não para ilustrá-lo, mas para testá-lo à luz do presente. Quando Nolan confirma sua adaptação do poema homérico, o gesto parece ir além da simples […]