“E se amar alguém significasse nunca poder tocá-lo?O Feitiço de Áquila (Ladyhawke, 1985) parte dessa premissa simples — e constrói uma das metáforas mais precisas sobre desejo, controle e separação já vistas no cinema dos anos 80.” Em 1985, Richard Donner…
Ler artigo completo →Mensagem e Movimento Narrativas de cinema, cultura e discurso social
Drop Dead em Versalhes: o que Olivia Rodrigo está dizendo sem palavras
Olivia Rodrigo caminha por Versalhes cercada por ouro, espelhos e história — mas nada ali parece maior do que o que ela está sentindo. É nesse contraste que o clipe de “Drop Dead” deixa de ser apenas estético e vira…
Ler artigo completo →Magnólia (1999): análise do filme e o retrato da masculinidade que ninguém percebe
Se você acha que Magnólia é apenas um drama sobre coincidências estranhas, talvez tenha perdido o ponto central. O filme de Paul Thomas Anderson é, na verdade, uma das análises mais incômodas já feitas sobre masculinidade, trauma e herança emocional…
Ler artigo completo →Rio de Sangue (2026): crítica do thriller brasileiro com Giovanna Antonelli na Amazônia
O cinema de ação brasileiro sempre existiu à margem — e Rio de Sangue tenta mudar isso. Ambientado na Amazônia e estrelado por Giovanna Antonelli, o filme aposta no thriller policial para discutir território, violência e invisibilidade. O resultado é…
Ler artigo completo →Maldição da Múmia (2026): o filme que transforma decomposição em terror puro
A múmia sempre foi um monstro ligado ao mito, à maldição e ao desconhecido.Mas em Maldição da Múmia (2026), o diretor Lee Cronin faz um movimento mais incômodo: ele tira o sobrenatural do centro e coloca o corpo no lugar. O…
Ler artigo completo →A Noite dos Mortos-Vivos (1968): George Romero e a Radiografia do Medo Americano
A Noite dos Mortos-Vivos (1968), de George A. Romero, não apenas redefiniu o cinema de horror — ele transformou o zumbi na metáfora mais duradoura da cultura americana. Em outubro de 1968, nas salas de cinema dos Estados Unidos, um…
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