KENERGY PURA: A NOITE EM QUE RYAN GOSLING DOMINOU O OSCAR
No dia 10 de março de 2024, durante a 96ª cerimônia do Oscar no Dolby Theatre, em Hollywood, Ryan Gosling fez o que muita gente esperava — e entregou muito mais do que qualquer um imaginava.
O homem, o mito, o Ken
Com um terno rosa faiscante e luvas combinando, Gosling começou a cantar “I’m Just Ken” ainda sentado na plateia, bem atrás de Margot Robbie, que não conseguiu conter o riso. Era o sinal: a noite tinha um novo dono.
A produção foi claramente concebida para ser o momento mais marcante da noite — com dezenas de dançarinos em palcos elevados, recortes gigantes do rosto da Barbie clássica desfilando pelo palco, e os outros Kens do filme se juntando à festa.
Mais do que interpretar Ken, Ryan Gosling transformou o personagem em espetáculo ao vivo: exagerado, performático e autoconsciente — exatamente como Barbie sempre quis que ele fosse.
A apresentação que roubou a noite
Slash, guitarrista do Guns N’ Roses responsável pelo riff da música, apareceu de surpresa para um solo eletrizante.
Quando foi à plateia com o microfone, America Ferrera, Margot Robbie e a diretora Greta Gerwig cantaram junto. Emma Stone, sua parceira em La La Land, também ganhou o microfone — e sabia a letra toda.
O número foi uma homenagem ao icônico Diamonds Are a Girl’s Best Friend, de Marilyn Monroe, no filme Gentlemen Prefer Blondes, de 1953. Era pop em estado puro — mas consciente das próprias referências.
O momento que valeu mais que uma estatueta
A canção não levou o Oscar de Melhor Canção Original — esse foi para “What Was I Made For?”, de Billie Eilish.
Mas Gosling levou algo que nenhuma estatueta entrega: o momento.







