Introdução: O Apocalipse como Espelho Retrovisor O futuro, em Fallout, sempre foi uma ficção do passado. A bomba atômica já caiu em 2077, mas a estética do...
Continue lendo...FABIO BONIFACIO
Não Há Tradução para o Sangue: A Violência Como Única Língua Comum do Século XXI
Um corpo desaba. A câmera não treme — é um drone, ou um celular, ou uma IA que reconstitui o instante. O som é cortado, ou...
Continue lendo...O Canto do Desastre: “The Morning After” e a Construção da Resiliência no Imaginário Americano
Há promessas que nascem do desespero. Hinos que emergem de destroços. Em 1972, enquanto o SS Poseidon virado servia de alegoria para uma América em crise – Nixon,...
Continue lendo...Stephen Sommers e a Monstruosidade Inominável: Uma Leitura de “Tentáculos”
O verdadeiro horror, aquele que se aloja nas pregas do inconsciente, raramente tem rosto. Ele é fluido, insinuante, capaz de se contorcer por frestas que a...
Continue lendo...A Fantasia como Sobrevivência: Uma Leitura de O Beijo da Mulher Aranha Três Décadas Depois
Há prisões visíveis e invisíveis. Umas são feitas de concreto e grades, projetadas para confinar o corpo. Outras, mais sutis e perniciosas, são construídas de ideologia,...
Continue lendo...Brasil, 8 de Janeiro de 2023 – Arquitetura, Violência Simbólica e Iconoclasmo Político em Brasília
A arquitetura é a linguagem mais perene do poder. Ela não apenas abriga instituições, mas as corporifica em concreto, vidro e linha. As colunas que sustentam,...
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