A câmera desce o rio — mas não é só o barco que navega: é o olhar ocidental, armado de lente, entrando numa floresta que não...
Continue lendo...FABIO BONIFACIO
“Zed is dead, baby!”: O grito que enterrou o herói e ressuscitou o signo
Nem todo morto morre uma só vez. Alguns expiram duas: primeiro no enredo, depois no imaginário. Zed, o carcereiro do porão em Pulp Fiction, pertence a...
Continue lendo...Quem Conta a História Mata o Morto – Uma leitura semiótica de Entre Facas e Segredos: quando o narrador não é confiável, mas o mundo inteiro também não é…
O primeiro plano de Entre Facas e Segredos não mostra um rosto, nem uma arma, nem mesmo sangue. Mostra um relógio. Não qualquer relógio: um mecanismo...
Continue lendo...Stranger Things: A Nostalgia como Simulacro e o Retorno do Recalcado Cultural
Não é uma TV dos anos 1980. É uma tela LED calibrada para parecer um CRT: o bloom artificial nas luzes de Natal, o scanline overlay...
Continue lendo...Entre o Osso e o Sonho: Semiologia do Corpo Cansado em À Procura da Felicidade
Há corpos que falam antes de abrir a boca.O de Chris Gardner — ou melhor, o de Will Smith como Chris Gardner — diz mais nas...
Continue lendo...A Semiótica da Polarização no Brasil: Como Esquerda e Direita Criaram Dois Dicionários Políticos
Com a intensificação das disputas políticas pós-2018 e a formação de narrativas que se comportam como identidades, entender a polarização tornou-se essencial para interpretar o Brasil...
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