Uma criança vomita sangue e fala em acadiano.Os médicos ajustam os eletrodos.Os padres desempoeiram um ritual de 1614. Nenhuma dessas ações explica. Elas apenas reagem —...
Continue lendo...FABIO BONIFACIO
Não Dizer, Não Ver, Não Lembrar: A Política do Esquecimento no 1º de Dezembro
No imaginário pop, a AIDS nunca foi apenas uma doença — foi uma estética, um grito, um silêncio imposto e depois quebrado. Está na voz rouca...
Continue lendo...Predadores e Presas: A Anatomia Simbólica do Preconceito em Zootopia
Não somos mais selvagens.Dizemos isso enquanto monitoramos os outros com o canto do olho, enquanto sorrimos ao cumprimentar e já arquivamos o sujeito em uma gaveta...
Continue lendo...A Semiótica do Filme Inexistente: O Caso “Dark Horse” e o Ciclo das Fake News
(Este não é um artigo político. É um estudo sobre narrativa, mídia e percepção.) Boatos de cinema sempre existiram, mas alguns se tornam tão complexos que...
Continue lendo...A Noite que Mudou o Pop (Netflix) — Bastidores, Vazamento e a Verdade de We Are the World sob a Semiótica do Acaso
Na noite de 22 de janeiro de 1985, quarenta e cinco vozes entraram num estúdio em Los Angeles com uma missão clara: gravar uma canção que...
Continue lendo...A Maleta de Pulp Fiction: o Significado do MacGuffin que Brilha
Há objetos que existem menos pelo que são do que pelo vazio que carregam. A maleta em Pulp Fiction não contém ouro, documentos secretos ou uma...
Continue lendo...