Um sequestro, às vezes, é um ritual. Uma cerimônia de desespero onde o sequestrador não busca resgate, mas significado. É a partir desse ato bizarro –...
Continue lendo...Discurso Social, Mídia e Política
Groenlândia, Pinguins e a Fabricação do Real: A Semiótica do Absurdo na Era Digital
A Encenação do Impossível Nem toda mentira pretende enganar. Algumas buscam exibir seu próprio mecanismo de fabricação, desafiando o espectador a distinguir entre a provocação cínica...
Continue lendo...Sirāt: A Travessia Cinematográfica Entre Êxtase e Fim do Mundo
Nem toda festa celebra a vida. Algumas existem apenas para adiar o colapso. Em Sirāt, a rave não é um acontecimento — é um sintoma. Corpos...
Continue lendo...Por que o Pobre vota na Direita no Brasil?
O Código do Tapir: Semiótica, Afeto e a Reconfiguração do Voto Popular no Brasil Introdução O maior enigma político brasileiro das últimas décadas está estampado em...
Continue lendo...Amor, Estranho Amor: a pornografia do olhar — quando o cinema vira tribunal
Nota: texto de crítica cultural; não há erotização; tema sensível; recomendado para adultos. Nem todo filme é assistido. Alguns são julgados. Há obras que entram no...
Continue lendo...Afinal, a Groenlândia é de quem? A ilha que virou linguagem de poder
Introdução Nem toda pergunta é inocente. Algumas vêm disfarçadas de curiosidade, mas carregam a gramática secreta da dominação. “Afinal, a Groenlândia é de quem?” parece uma...
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