Há um momento preciso em que uma pessoa deixa de ser carne e osso para se tornar um signo. Para Brigitte Bardot, esse momento tem nome, data e rolo de película: Et Dieu… Créa la Femme (E Deus Criou a Mulher), de 1956.…
Ler artigo completo →Cultura
Não Apenas uma Peça, um Ato: O Sagrado no Teatro Popular do Natal
O que se representa quando a plateia já sabe o final? Não há suspense no desfecho, nem novidade no enredo. A força do Auto de Natal reside precisamente nessa ausência de surpresa narrativa. Ele não existe para contar uma história, mas para…
Ler artigo completo →Dez Maneiras de Olhar o Real: O Cinema, a Palavra e o Silêncio do Mundo em 2025
Há algo de inquietante em tentar nomear o presente enquanto ele ainda ocorre. As obras que marcam 2025 não chegam com respostas — chegam como perguntas feitas em diferentes idiomas. Estas dez obras — cinco filmes, três séries, dois livros…
Ler artigo completo →Tom Cruise, o Oscar Honorário e o Reconhecimento Tardio
O momento em que Tom Cruise subiu ao palco do Salão Dolby, ao som da trilha de Missão Impossível, não foi apenas uma homenagem. Foi um ritual de reconciliação. A Academia de Hollywood, aquela mesma máquina de mitos que o consagrou…
Ler artigo completo →O que Esconde o Código Sonoro do Natal? A Viagem das Canções de Natal do Sagrado ao Shopping
Há um feitiço no ar, todos os anos, composto de neve que nunca caiu, de lareiras que nunca aqueceram, de uma nostalgia por um passado que não foi vivido. Ele não chega pelo olfato ou pela vista, mas pelos ouvidos:…
Ler artigo completo →O Mundo em um Estábulo: o presépio como máquina narrativa e signo do sagrado
Todo milagre começa com uma redução de escala. O divino, incomensurável, aceita confinar-se não apenas em um corpo de criança, mas em um espaço preciso: um estábulo, uma gruta, um cantinho da casa. O presépio é essa operação mágica de…
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