O Feitiço de Áquila: Amor, Maldição e a Gramática do Desejo
“E se amar alguém significasse nunca poder tocá-lo?O Feitiço de Áquila (Ladyhawke, 1985) parte dessa premissa simples — e constrói uma das metáforas mais precisas sobre desejo, controle e separação já vistas no cinema dos anos 80.” Em 1985, Richard Donner lançou um filme medieval que, na superfície, parecia mais um produto da safra heroica…






