Thomas Pynchon publicou Vineland em 1990, e ninguém soube exatamente o que fazer com ele. Era simples demais para ser Pynchon — ou assim se dizia. Faltava o labirinto semiótico de O Arco-Íris da Gravidade, a grandiosidade de Mason & Dixon.…
Ler artigo completo →Cinema
Hora do Recreio, de Lúcia Murat — O que Resta Quando o Sinal Toca
A Escola como Campo de Batalha Simbólico Há uma tensão silenciosa nas escolas públicas brasileiras que nenhuma grade curricular consegue disciplinar: a tensão entre o que o Estado espera que os jovens sejam e o que eles, de fato, já…
Ler artigo completo →Golden: como um grupo que não existe superou o K‑pop real — e redefiniu a autenticidade
Há um paradoxo no centro do fenômeno Guerreiras do K‑Pop (KPop Demon Hunters): sua canção mais poderosa, Golden, foi escrita para um grupo que não existe — e se tornou, ainda assim, o maior hit de K‑pop de todos os…
Ler artigo completo →O Testamento de Ann Lee: a Fé levada até o Limite do Corpo
O Testamento de Ann Lee não é um filme sobre religião. É um filme sobre o que acontece quando uma mulher decide encarnar uma ideia tão absoluta que o próprio mundo em volta não comporta sua existência. Mona Fastvold constrói…
Ler artigo completo →Verônica: o Terror Espanhol que transforma Possessão em Retrato da Adolescência Abandonada
Há filmes de terror que assustam pela criatura. Há os que assustam pelo que a criatura representa. Verônica: Jogo Sobrenatural, dirigido por Paco Plaza e lançado pela Netflix em 2017, pertence ao segundo grupo — e é justamente por isso…
Ler artigo completo →O Brasil no Oscar: Entre a Torcida e a Lucidez
Há um momento específico na noite do Oscar que revela muito sobre como o Brasil se relaciona com sua própria cultura: o instante em que o envelope é aberto e o nome brasileiro não é chamado. O que acontece depois…
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