Bufo & Spallanzani: quando o cinema precisa dar um rosto ao que o livro escondia
No livro, Gustavo Flávio é uma voz que manipula. No filme, ele ganha um rosto — e com isso perde parte do que o tornava perigoso. Em 2001, quando Flávio Tambellini lançou Bufo & Spallanzani, o cinema brasileiro vivia um momento específico de reconfiguração. A retomada dos anos 1990 havia reaberto o mercado e restaurado…






