Há algo de profundamente absurdo em celebrar a passagem de 31 de dezembro para 1º de janeiro. Nada muda, de fato. O sol nasce no mesmo ângulo, o corpo acorda com as mesmas dores, as contas permanecem na gaveta. A Terra…
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O Autor Envenenado: Brigitte Bardot e a Impossível Separação entre Obra e Criador
Há imagens que congelam no tempo um pedaço do mundo. O rosto de Brigitte Bardot, capturado pelos fotógrafos dos anos 60, é uma delas: uma síntese de liberdade carnal, desafio juvenil e uma beleza que parecia pertencer mais ao sol…
Ler artigo completo →O Espetáculo do Vazio: A Semiótica das Luzes de Natal na Cidade Contemporânea
A cidade, no inverno, veste-se com a pele de outra. Não é uma muda orgânica, mas uma aplicação cirúrgica de glitter e fios luminosos sobre o cinza do concreto. Este texto não é sobre ser contra o Natal — é…
Ler artigo completo →Dark Horse: O que Esperar Quando o Cinema Escolhe Não Ver
Este artigo é um ensaio crítico e interpretativo, escrito a partir dos materiais, anúncios e imagens que circulam publicamente sobre o projeto Dark Horse, antes de seu lançamento oficial. Não se trata de uma análise do filme concluído, mas de…
Ler artigo completo →Quando Kevin McCallister Abre uma Conta-Corrente: A Infância como Mercadoria Simbólica
Um menino não envelhece. Ele é empilhado. Empilhado em VHS mofados e em memes de Natal que retornam todo dezembro, como se o tempo pudesse ser rebobinado.A infância, quando vira ícone, deixa de ser tempo e passa a ser arquivo.…
Ler artigo completo →O Corpo que Canta o Que Não Pode Ser Dito: ‘I’m Shipping Up to Boston’ e a Semiótica do Desaparecimento
O grito que começa com um tropeço Não há navegação sem desvio. E talvez nenhuma canção diga isso com tanta crueza quanto “I’m Shipping Up to Boston”: um homem sem perna, sem memória, sem rumo — mas com um mapa.Ou…
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