A Estética do Caos: Como Cidade de Deus Constrói e Desconstrói o Olhar
A câmera corre. Treme. O ritmo é de fuga. Mas, paradoxalmente, o que ela faz é nos conduzir para mais fundo dentro do labirinto. Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles e Kátia Lund, não é um filme sobre a violência. É um filme que nasce da violência, como sua forma primordial de expressão. Sua gramática visual –…






