Dois milhões de pessoas em Copacabana
Na noite de 2 de maio de 2026, Copacabana deixou de ser uma praia. Virou um fenômeno.
Shakira reuniu cerca de 2 milhões de pessoas na orla carioca, segundo a Riotur, em mais uma edição do projeto Todo Mundo no Rio — já incorporado ao calendário oficial da cidade.
O número coloca a colombiana ao lado de Lady Gaga, que trouxe 2,1 milhões em 2025, superando Madonna e sua multidão de 2024.
Setlist e espetáculo visual
O espetáculo começou com drones desenhando uma loba no céu — símbolo da artista — antes mesmo de ela pisar no palco. Shakira entrou com roupa nas cores do Brasil e falou em português desde o primeiro momento.
O setlist percorreu três décadas de carreira: Estoy Aquí, Hips Don’t Lie, Loca, Waka Waka, Soltera.
Quatro artistas brasileiros dividiram o palco com ela: Anitta, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Ivete Sangalo. Uma escalação que diz muito sobre o peso cultural do evento — e sobre o afeto recíproco entre Shakira e o Brasil.
A maior latina da história ao vivo
A imprensa internacional não poupou elogios: o Le Monde descreveu o espetáculo como uma “maré humana sob a lua cheia”, enquanto o El País a proclamou “rainha da música latina”.
A Prefeitura estima que o show movimentou cerca de R$ 800 milhões na economia carioca. Cultura e economia, dançando juntas na areia.
Copacabana já foi palco de lendas. Naquela noite, ela ganhou mais uma.







